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Núcleo da Mundet do Ecomuseu Municipal do Seixal

Núcleo da Mundet do Ecomuseu Municipal do Seixal
Em 1905, estabeleceu-se no Seixal a firma L. Mundet & Sons. Esta fábrica, que se tornaria a maior empresa do setor corticeiro do país e, durante algum tempo, do mundo, reconhecida também pelo seu papel inovador na área da política social, viria, a partir de meados da década de 1950, fruto do aparecimento de novos materiais como o plástico, a entrar num lento processo de decadência.

Em 1988, após um longo período de lutas sociais e de várias tentativas de viabilização económica, a fábrica é definitivamente encerrada.

Em 1996, é adquirida pela Câmara Municipal do Seixal, que musealizou dois edifícios da Fábrica – Edifícios das Caldeiras Babcock & Wilcox e o Edifício das Caldeiras de Cozer. Nestes dois espaços, é possível visitar exposições temporárias relativas ao património industrial do concelho. A Mundet apresenta-se hoje como um lugar carregado de história e de vida de algumas gerações de seixalenses.

Horário de inverno (outubro-maio): 
Terça a sexta-feira, das 9 às 12 horas e das 14 às 17 horas
Sábado e domingo, das 14 às 17 horas

Horário de verão (junho-setembro):
Terça a sexta-feira, das 9 às 12 horas e das 14 às 17 horas
Sábado e domingo, das 14.30 às 18.30 horas

Encerramento: segunda-feira, feriados nacionais e municipal

Morada : Largo 1.º de Maio, Seixal

 

Moinho de Maré de Corroios

 
O Moinho de Maré de Corroios foi mandado construir em 1403 por D. Nuno Álvares Pereira, proprietário de uma grande parte das terras situadas em redor do Seixal. Em 1404, o Condestável doou-o, assim como aos bens que tinha nesta região, ao Convento do Carmo, ordem religiosa de que era Mestre. Já no início do século XVIII foi ampliado, mas não tardou a sofrer novamente obras, pois o terramoto de 1755 causou-lhe grandes estragos. Este Moinho, conhecido também por Moinho do Castelo, mantém-se em condições de funcionamento até aos nossos dias. Em 1980 foi adquirido pela Autarquia. Durante 6 anos sofreu obras de restauro e em 1986 abriu ao público, como núcleo do Ecomuseu Municipal do Seixal.

Devido a obras de conservação e requalificação, este núcleo esteve encerrado ao público até setembro de 2009, e reabriu após um processo de qualificação com um investimento de mais de 2 milhões de euros.

Classificado como Imóvel de Interesse Público, o moinho oferece a todos os visitantes uma exposição de longa duração denominada “600 anos de Moagem no Moinho de Maré de Corroios”.

Horário de inverno (outubro a maio):
Terça a sexta-feira das 9 às 12 horas e das 14 às 17 horas
Sábados e domingos das 14 às 17 horas

Horário de verão (junho a setembro)
Terça a sexta-feira das 9 às 12 horas e das 14 às 17 horas
Sábado e domingo, das 14.30 às 18.30 horas

Encerramento: Segunda-feira e feriados nacionais e municipal

Morada: Quinta do Rouxinol, Corroios

A Baia

Património Natural
O Património Natural no concelho do Seixal é marcado essencialmente pela ocupação de cerca de 10% do seu território por Reserva Ecológica Nacional, onde se integra o Sapal de Corroios, o Sapal de Coina e o Sapal do Talaminho. A Baía do Seixal é o ex libris do concelho, que pela sua singularidade tem condições naturais para a realização de diversas práticas desportivas e de lazer, oferecendo uma paisagem privilegiada. É de salientar a riqueza ornitológica e a fauna aquática existentes, em particular no Sapal de Corroios. Este local serve de pouso temporário para muitas aves migratórias como o flamingo, o alfaiate, o perna-longa, a garça e o pato-bravo, que aqui procuram alimento e abrigo. O Sapal de Corroios funciona também como uma «maternidade» e «creche» para diversas espécies de moluscos, crustáceos e peixes. Ao longo das margens da Baía do Seixal, é possível, por vezes, observar as aves a alimentarem-se, sendo as mais emblemáticas as garças reais e esporadicamente colónias de flamingos.

Espaço Memória - Tipografia Popular do Seixal

A Tipografia Popular A. Palaio, Lda. foi instalada no Seixal por Augusto Palaio (tipógrafo anteriormente estabelecido na Figueira da Foz), em 1955.

 

A antiga tipografia é agora a nova extensão museológica do Ecomuseu Municipal que dá a conhecer no local antigas técnicas e saberes de uma oficina tipográfica tradicional, reutilizando máquinas que hoje se encontram praticamente excluídas da indústria tipográfica, mas que adquiriram valor patrimonial.

 

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