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Turismo

TURISMO NAUTICO NO SEIXAL

 

O Seixal, um pequeno refúgio da natureza as portas de Lisboa

 

O Seixal e a sua baia natural, um local edílico com uma forte identidade paisagística ambiental e cultural, que constitui uma Reserva Ecológica Nacional, cujas frentes ribeirinhas e sapal dão abrigo a uma biodiversidade cada vez mais presente nesta baia. Entre as mais diversas aves que habitam a baia destacam-se os flamingos que aproveitam os sapais para se alimentarem, sendo sempre uma espécie espetacular de se observar.

Está montado um cenário para o turismo ecológico / cultural, quer através de passeios a pé ou por canoa nos moinhos de maré e suas caldeiras, sapais que permitem a observação das aves sem perturbar o ambiente ou visitas as antigas secas do bacalhau cujos vestígios ainda imperam na paisagem do seixal.

É este cenário que a baia tem para oferecera quem nos visita por terra ou por mar.

Mas o verdadeiro privilégio é dos turistas náuticos que, ao buscarem refugio das intempéries, encontram perto de Lisboa a baia do Seixal em todo o seu esplendor. Local calmo e abrigado das intempéries com história e cultura para oferecer além de uma beleza impar.

A aproveitando as condições proporcionadas pela Baía do Seixal, foi implementado o Núcleo de Náutica de Recreio do Seixal.

O Núcleo de Náutica de Recreio do Seixal dispõe dos seguintes serviços ANS /CMS:

  • Aluguer de poitas para fundear (50 poitas)
  • Cais para atracar (eletricidade / agua / pump out) (CMS)
  • Serviço de marinheiro (transporte para navios fundeados) chamar VHF “O Seixo” (CMS)
  • Balneários para banhos (ANS)
  • Loja de recordações (ANS)*
  • Aluguer de bicicletas (ANS) *
  • Aluguer de barcos a vela (ANS) *
  • Passeios de kayak pela baia do Seixal (ANS) *
  • Aluguer do Salão nobre para eventos (ANS)
  • Disponibilização de documentação sobre o Seixal (ANS / CMS) *
  • Tours turísticos (ANS) *

* Em implementação

Embarcações Tradicionais do Tejo


O bote de fragata Baía do Seixal e o varino Amoroso foram adquiridos pela autarquia, recuperados e adaptados para a realização de circuitos turísticos no Tejo, entre os meses de abril e outubro.

Estas embarcações estão equipadas de meios de salvação e navegação com tripulações próprias, segundo as normas de segurança requeridas pelas autoridades marítimas e a legislação em vigor.

As técnicas tradicionais de navegação à vela são praticadas e transmitidas no processo de utilização destas embarcações, preservadas enquanto património museológico e núcleo vivo do Ecomuseu Municipal do Seixal.

A sua utilização em passeios no Tejo, conciliando objetivos educativos e de lazer, visa contribuir para o conhecimento e interpretação dum vasto património fluvio-marítimo, da maior importância para o desenvolvimento das zonas ribeirinhas.

O cais principal de apoio está situado no Seixal, junto ao jardim.

Quinta da Fidalga

 
A Quinta da Fidalga, cuja fundação remonta ao século XV, constitui um dos exemplos mais antigos e melhor preservados das quintas agrícolas e de recreio outrora existentes nesta região. Nos séculos XVII e XVIII está documentada a ligação à família Gama Lobo, da qual vários membros se destacaram no serviço régio, sobretudo enquanto secretários do Conselho da Fazenda.

Ainda no século XVIII destacava-se já pelos seus excelentes pomares de citrinos, ruas cobertas de árvores silvestres e parreiras em latadas. Dois poços equipados com noras forneciam água para a rega e para alimentar três fontes de embrechados.
Distingue-se também pelo lago de maré, que constitui um monumento raro ou quase único na arquitetura hidráulica portuguesa.

Possui ainda uma capela que foi integrada no palacete em meados do século XX em substituição de outra mais antiga. As paredes interiores estão revestidas de azulejos do século XVIII e de reproduções também deste período.

Em 1952, o palacete e os arruamentos da quinta registaram várias intervenções dirigidas pelo arquiteto Raul Lino, destacando-se os azulejos, de várias épocas dispostos por diversos pontos dos jardins.

A Quinta da Fidalga é propriedade da Câmara Municipal do Seixal desde 2001 e, de entre os vários projetos previstos para este espaço, destaca-se o Museu-Oficina de Artes Manuel Cargaleiro e o Centro Internacional de Medalha Contemporânea do Seixal.

Horários de inverno (outubro-abril): 
Terça-feira a domingo, das 10.15 às 17.45 horas

Horários de verão (maio-setembro):
Terça-feira a domingo, das 10.15 às 19.45 horas

Encerramento: segunda-feira

Morada: Av. da República, Arrentela

Quinta da Trindade

A origem da quinta remonta aos finais do século XIV, aquando da fundação de um convento pela ordem religioso-militar da Santíssima Trindade, que também fundou no mesmo espaço uma ermida denominada da Boa Viagem.

Com o terramoto de 1755, não só a ermida mas também o convento ficaram destruídos. A reconstrução do edifício apalaçado ficou a cargo de um indivíduo de apelido Martins (alcunhado de Rei do Lixo), que para além do edifício construiu um outro mais pequeno de planta quadrada, rematado por merlões, assemelhando-se a um pequeno castelo.
No interior do edifício, bem como no exterior: nos muros que o cercam, podemos encontrar restos de azulejos figurativos e geométricos e estatuetas de conventos, mosteiros e igrejas que ficaram abandonados após a extinção das Ordens Religiosas em 1834, e que habilmente foram recolhidas por Martins, que depois aqui os veio aplicar.

Ao percorrer os dois andares do edifício principal da Quinta da Trindade, obtém-se uma panorâmica geral da história do azulejo em Portugal, visto existirem exemplares representativos dos mais diversos géneros e tendências decorativas.
Acesso condicionado

Morada: Av. M.U.D. Juvenil, Azinheira, Seixal

 

Núcleo Naval de Arrentela


O Núcleo Naval do Ecomuseu Municipal do Seixal apresenta uma exposição de longa duração denominada «Barcos, Memórias do Tejo», evocando a construção naval, a navegação de tráfego local e a pesca como aspetos marcantes não só da história do concelho do Seixal, mas, em geral, das populações ribeirinhas do Estuário do Tejo. Na oficina de construção artesanal de modelos de barcos do Tejo, encontram-se dois artífices que se ocupam da construção e da reparação de modelos, executados à escala, a partir da reprodução de planos do Museu da Marinha ou de planos originais de embarcações do Tejo.

Horários de inverno (outubro-maio):
Terça a sexta-feira, das 9 às 12 horas e das 14 às 17 horas
Sábado e domingo, das 14 às 17 horas

Horários de verão (junho-setembro):
Terça a sexta-feira, das 9 às 12 horas e das 14 às 17 horas
Sábado e domingo, das 14.30 às 18.30 horas

Encerramento: segunda-feira, feriados nacionais e municipal

Morada: Av. da República, Arrentela

 

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